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Treinamento para brigada de incêndio é realizado com equipe do CAEP

Aconteceu na tarde de 25 de agosto de 2017 o treinamento de Brigada de Incêndio para funcionários do CAEP, que tiveram aula prática e teórica. A ação faz parte da Instrução Técnica (IT) nº 17, de 2014, e foi ministrada pelo bombeiro Francisco Gomes de Lima Júnior.  O exercício envolveu todas as equipes do Centro e teve a participação de 36 integrantes, tendo, pelo menos, dois de cada área.

 

Após a prova teórica, os participantes fizeram uma avaliação e todos tiraram nota máxima. A prática abrangeu desde técnicas para primeiro-socorro, situações de emergência, evacuação de local até princípio de incêndio e como apagá-lo com extintores e água. “Essa atividade ajuda e vivenciar um momento tenso monitorado por um profissional, assim, todas as dúvidas puderam ser sanadas na hora”, explicou Júnior. Ele ainda destacou que em um caso real, ter consciência de que a pessoa já sabe o que deve ser feito ajuda a manter a calma e a agir de modo correto até os Bombeiros chegarem.

O CAEP, que está em um terreno de 4 mil m² e que tem 2,5 mil m² de área construída, está equipado com 10 pontos de hidrantes; 13 extintores de água; 7 extintores de CO² e 13 de pó químico. Todo esse cuidado segue rigorosamente o decreto e todas as regras de manutenção.

Conheça os tipos de extintor de incêndio

Água (H2O) –  Age por resfriamento e, em alguns casos, por abafamento devido à sua capacidade de se transformar em vapor. É indicado para combate de fogo classe A.

Espuma – A espuma tipo AFFF forma um filme aquoso na superfície do combustível, agindo por abafamento e, em seguida resfriamento, o que dificulta a reignição. Mais indicado para combate a fogo classe B, mas também pode ser usado para classe A.

Gás carbônico (CO2) – O gás age por abafamento e, depois, resfriamento. Não é condutor de eletricidade, mas pode ser asfixiante e seu uso deve ser evitado em ambiente pequenos. Recomendado para combate de fogo classe B e C.

Pó químico – Age por abafamento, quebrando a reação em cadeia e interrompendo a combustão. Possui vários tipos de composição em grupos BC, ABC e D.

Compostos halogenados – Provocam a quebra da reação em cadeia e também agem por abafamento. Têm como característica não danificar equipamentos eletrônicos sensíveis. São aplicáveis em classes A, B e C.

Fique por dentro das classes de incêndio

Classe A – São incêndios em materiais sólidos. Dentre eles estão: tecido, papel, algodão, borracha e madeira. Esse tipo de incêndio tem como característica deixar resíduos como carvão e cinza. Incêndios classe A devem ser combatidos com extintores à base de H20, que tem capacidade de resfriar o ambiente, ou espuma.

Classe B – Assim são classificados os incêndios em líquidos, gases inflamáveis ou sólidos que se liquefazem. São exemplos materiais como gasolina, óleo, querosene, parafina, tintas, graxas, GLP. Em incêndios causados por esse tipo de produto não se pode utilizar extintores à base de água. O recomendado é aplicar os extintores de pó químico e gás carbônico. Se o incêndio não for tridimensional, ou seja, líquido sob pressão, gás ou derramamento em gravidade, pode-se utilizar também o extintor de espuma mecânica.

Classe C – São incêndios em equipamentos elétricos energizados. É o caso de máquinas elétricas, transformadores, geradores, motores, computadores, quadros de força e cabos. Para combate a esse tipo de incêndio, o ideal é o uso de extintores de pó químico ou gases.

Classe D – É classificação dada a metais pirofóricos como selênio, magnésio, sódio, zinco, titânio, urânio, lítio, potássio, antimônio e zircônio. O combate ao fogo deve ser feito com extintores com pó químico especial, adequado para cada tipo de metal.

Classe K – São assim classificados os incêndios em óleo e gordura em cozinhas. Geralmente ocorrem em equipamentos como fritadeiras, grelhas, assadeiras e frigideiras. O combate mais indicado é com extintores à base de solução especial de Acetato de Potássio diluída em água.

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Publicado por CAEP com base em pesquisa ou citação de referência  

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